Uncategorized


A Cris é a minha irmã. Lá em casa somos em 4 irmãos. Ela veio antes de mim.

Brigávamos bastante quando morávamos na casa de nossos pais. Mas a Cris é  mais que amiga e irmã. Dizem que a gente não pode escolher a família que tem.

Eu acredito que a gente escolhe tudo. E se eu pudesse, a escolheria de novo para a minha vida. Aliás… essa frase vai se repetir nos próximos posts, também, com certeza.

Cris, só para não perder o costume… você seja meu amor?

Para a Cris, James Taylor – You’ve got a friend

Anúncios

Há tempos não escrevo.

Vou começar uma série de posts. Só escrever aquí as letras de músicas que me lembram as mulheres especiais (de hoje e sempre, ou de alguma fase) da minha vida.

Sei lá porque pensei nisso. Não é nada especial, mas vou fazer.

Eu não me conformo em ser comum, ordinária.

Eu me lembro do momento exato em que pensei isso, dirigindo meu carro, subindo aquela rua alí, que vai para casa.

Dividí isso, exatamente uma semana depois, com o terapeuta. Isso e outras coisas.

Quando eu voltei à terapia, a primeira coisa que eu deixei claro era que queria ajuda para olhar adiante, porque , sinceramente, não dá para ficar lamentando o que não aconteceu, ou o que aconteceu torto até aquí e usar isso como desculpa para não andar.

Well… obviamente que precisei mexer nas caixas antigas novamente. Mas olhando para frente.

Quer coisa mais ordinária que isso?

O que é a cabeça da pessoa…..

1) Desculpem se já falei essa. Meses atrás estava eu entrando no consultório da minha nutricionista, que não tem secretária. Funciona assim..no consultório tem uma ante-sala (é assim que escreve?), e se ela está antendendo um paciente a ante-sala fica aberta, eu chego, sento alí e espero. Se ela estiver me atendendo e não tiver ninguém marcada depois de mim, ela deixa a porta do consultório aberta e da ante-sala fechada. Isso tudo só para contar que entrei no consultório e logo em seguida tocou o interfone. A menina que tinha se consultado antes de mim voltou, para pedir para a nutricionista interfonar lá no térreo para pedir que o moço que a acompanharia no elevador subisse para buscá-la. A moça de uns 25 anos, no máximo, que disse nunca ter ficado presa num elevador, simplesmente não entraria em um sozinha, nem desceria pela escada desacompanhada também…. E concluímos juntas (eu e a nutricionista): “o que é a cabeça da pessoa”.

2) Das seis noites  que estou aquí, dormí cinco. Bom número se eu não tivesse tido pesadelo em todas elas. Se não pesadelos, sonhos confusos. E todos altamente interpretáveis. Facilmente. Minhas mãos presas entre minhas coxas. Uno vermelho. Uma hora estou numa cadeira de rodas e na outra entendo que posso andar  (MILAGRE!!). A praça que eu brincava na infância e que no meu sonho está lá, só que com muito mais degraus a subir e a descer.O artista da novela que na verdade é o meu marido ou alguma figura do passado. A atriz que na verdade é minha irmã ou uma amiga. Vocês tem sonho assim? Eu vivo sonhando com gente que é famosa ou não. Que é do meu passado ou que nunca ví na vida. Mas eu sonho com aquela pessoa – fisicamente, mas na verdade ela é outra. O que é a cabeça da pessoa, não?

3)Tudo tem sido cíclico, não apenas meus dias conturbados de TPM aparacem mensalmente.. meus medos aparecem em ciclos. Minhas inseguranças também. Minhas fases de ciúme também. E aquí vou eu tentar me convencer que desda vez, quando eu começar a emagrecer de novo, vai ser para sempre. Dizem alguns médicos e a minha nutricionista que o negócio é mudar de casa… a casa do número na balança, quero dizer. E que tem que ter determinação porque o  cérebro não gosta de emagrecer e quando ele nota contenção, faz de tudo para você voltar ao peso que estava. Aliás… o certo não é o cérebro querer engordar…é querer voltar ao que está programado. E afinal… o cérebro, veja você, não é a cabeça da pessoa?

É o que tou tentando dizer: Olha o que é a cabeça da pessoa!

Ai que vontade de ficar em casa, de ouvir a Norah me acordando de manhã e eu ficando brava com ela!

Ai que vontade de ficar no colo do marido. Aqui ninguém me mima!

Ai que vontade de estar na cozinha preparando receitas para meu marido e minhas amigas cobaias…aliás…procurei aqui “classes” de cupcake, mas nádegas.

Cupcake num tem, mas se fosse Pilates ou qualquer outra coisa de sofrer, e que eu preciso, tem.

Mas hoje é sexta-feira, e tenho uma nova amiga companheira de bater perna. Uma semana de trabalho já foi e logo tou de volta…

… Para ter um monte de vontades diferentes das que eu tenho hoje.

Ô serzinho!

Não coloque sua lista de presentes na Camicado.
O Sistema, sem ironias, está com problemas.
Já o “Sistema”, tanto o da loja e aquele que rege todo o comércio que prejudica consumidores no Brasil, tá pouco se lixando.

Mesmo não entregando os presentes comprados pelos seus convidados, mesmo com problema em sua lista de cadastro, problemas de acesso às listas…eles mantém o site no ar, permitindo as vendas.

É só pesquisar no site http://www.reclameaqui.com.br e procurar por Camicado e ver a lista enorme de reclamações recentes.

Mas se você foi noiva/noivo e já tiver sua lista lá e não tiver mais como tirar de lá….boa sorte.

Livre concorrência: Sem entrar em muitos detalhes, não há nada melhor, depois de se aborrecer por ter sido neglenciado em algum atendimento, saber que você passa a portinha e há outras opções de fornecedores, doidos justamente para aproveitarem e te ganharem depois de outros terem perdido.

Colo de noivo: auto-explicativo.

Café da tarde com amigas. Sopa da noite com amigas. Shopping com amigas. Café Filosófico com amigas.

Entrar em roupas que antes saíam correndo de você, com medo de terem suas costuras liquidadas.

Feijão da minha mãe. Colo da minha mãe. Causos do meu pai. Sobrinhos em idades diferentes.

Passear de mãos dadas com o noivo e tomar casquinha mista do McDonald’s.

Um bom livro.

A Natureza linda, que é perfeita em sua criação. ….

Nossa…tanta coisa simples.

E, tomado do primeiro exemplo que é o que me motivou hoje… se há algo ruim, tem sempre muitos “algos bons” para compensar. Só que as vezes a gente fica preso só no ruim né?

Viver é bom, sabe?

Próxima Página »